Nesta terça-feira (1º), Carol Ribeiro revelou que foi diagnosticada com esclerose múltipla aos 45 anos. De acordo com a modelo, o diagnóstico veio após sintomas semelhantes aos da menopausa.
“Eu achava que podia ser uma síndrome do pânico. No final, era uma esclerose múltipla. Eu tinha exatamente os mesmos sintomas da menopausa: calorões, tipo nua e suando, visão turva, a mente já não funcionava com a mesma rapidez de antes”, afirmou Carol.
O que é Esclerose múltipla?
A esclerose múltipla não é um tipo de demência, é uma doença neurológica crônica e autoimune, em que o sistema imunológico ataca o sistema nervoso central, provocando lesões no cérebro e na medula espinhal.
A Abem (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla) estima que cerca de 40 mil brasileiros convivem com a doença. Ela afeta, principalmente, pessoas com idades entre 20 e 40 anos, sendo mais comum em mulheres e em indivíduos de pele branca.
Ainda não se compreende completamente a causa da esclerose múltipla, mas algumas teorias apontam que fatores hormonais podem influenciar no seu desenvolvimento. As flutuações hormonais durante os anos reprodutivos podem alterar a resposta imunológica e aumentar o risco da doença.
Quais os sintomas?
Ainda de acordo com a Abem, os sintomas mais comuns são:
- Fadiga
Cansaço intenso e momentaneamente incapacitante - Alterações fonoaudiológicas
fala lenta, palavras arrastadas e voz trêmula - Dificuldade para engolir líquidos, pastosos ou sólidos
- Transtornos visuais
Visão embaçada ou dupla - Perda de equilíbrio
- Problemas na coordenação motora
- Instabilidade ao caminhar
- Tremores
- Vertigens e náuseas
- Incontinência ou retenção urinária
- Espasticidade
Rigidez de um membro ao movimentar-se e acomete principalmente os membros inferiores - Transtornos cognitivos
- Transtornos emocionais
Depressão, ansiedade, irritação - Disfunção erétil nos homens e diminuição de lubrificação vaginal nas mulheres
Esclerose múltipla tem cura?
A esclerose múltipla não tem cura. Os tratamentos para a doença visam reduzir a atividade inflamatória e os surtos, contribuindo para diminuir o acúmulo de incapacidade ao longo do tempo. Além do controle da esclerose, é fundamental tratar sintomas como problemas urinários e fadiga para melhorar a qualidade de vida.
Os medicamentos para esclerose múltipla devem ser prescritos pelo neurologista, que avalia cada caso individualmente.
Os imunomoduladores buscam reduzir a atividade inflamatória e proteger a mielina, diminuindo a frequência e intensidade dos surtos. Isso ajuda a reduzir a perda de capacidade ao longo dos anos.
Com informações da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla*
SAIBA MAIS
Declaração pré-preenchida completa do IR está disponível a partir desta terça; Entenda
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